Presos Políticos Catalunya. Huelga de hambre indefinida

diciembre 6, 2018

Jordi Sánchez, y Jordi Turull  iniciaron, el pasado sábado, una Huega de hambre indefinida, a la que se sumaron dos días después,  Quim Forn y  Josep Rull.

Exigen su Libertad, tras permanecer en prisión, los Jordi’s, desde el 15 de octubre 2017.

¿Su pretensión? Instar al Tribunal Constitucional para que escuchen su voz y revisen las causas por las que están detenidos.  Nadie puede ser castigado sin haber sido JUZGADO.

Mi pretensión, explicar al mundo cómo se gobierna en España. Se diría vivimos en una República bananera cuya única pretensión es el Dominio de unos pocos -siempre los mismos- sobre el pueblo llano, su ambición para seguir dominando Catalunya a su manera, autoritaria, cual han hecho siempre. No quieren reconocer que somos una Nación.

El Gobierno de España actúa a su albur. NO es por amor, les interesa  nuestro pequeño país Catalunya porqué nos necesitan económicamente.  Me siento avergonzada de este país que nos tiene sometidos llamado España. Sus dirigentes deberían saber que están en el punto de mira de la gente de bien, del Orbe.

¿Presos políticos?

España sabe que No ha respetado los Derechos de los presos políticos. De forma grave los ha vulnerado. El ingreso en prisión es una medida preventiva, siempre que un juez la dicte, cuando alguien haya cometido un delito. Pero, la cárcel, no se puede admitir aunque sea preventiva, si la persona  no ha sido juzgada-condenada.

Tengo amigos allende los mares que me preguntan, ¿por qué tenéis tantos presos, qué han hecho? ¿Sois personas al margen de la ley?  Sí duele, que la prensa NO informe sobre la verdad. La que informa es la que está al servicio-dictado de quienes dominan el poder. Como siempre.

Presos, por no pensar igual, por no decir AMÉN donde nuestra conciencia no lo permite. Presos por manifestarse a favor de la República, por convocar unas Elecciones, ganarlas y que, quienes nos dominan, no permitieran reconocer. Aplicaron el Articulo 155.  Pusieron en vilo nuestro futuro,  a pesar del resultado de las urnas el 21 de diciembre 2017.  Las ganamos, a favor de una Catalunya Libre y en Paz. Una República.

Siete hombres: Jordi Cuixart, Jordi Sánchez activistas Culturales. Los Consellers: Jordi Turull, Oriol Junqueras, Quim Forn, Raül Romeva, Josep Rull y dos mujeres: la exPresidenta del Parlament Carme Forcadell y la Consellera Dolors Bassa.  Recién fueron trasladados a prisiones de Catalunya.

Tenemos exiliados, entre los cuales el exPresident de la Generalitat Carles Puigdemont, los Consellers Antoni Comin, Meritxell Serret, Clara Ponsati, Lluis Puig,  También se exiliaron Marta Rovira exDelegada de la CUP y Anna Gabriel Secretaria General de ERC.

¿Su pretensión con el Ayuno?

Instar, al Tribunal Constitucional para que escuchen su voz y revisen las causas por las que están detenidos.  Nadie puede ser castigado sin haber sido JUZGADO.

 

 

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Lula: Manifesto ao Povo Brasileiro

junio 10, 2018

¡Libertad ya!

 

Foto: Ricardo Stuckert

“Há dois meses estou preso, injustamente, sem ter cometido crime nenhum. Há dois meses estou impedido de percorrer o País que amo, levando a mensagem de esperança num Brasil melhor e mais justo, com oportunidades para todos, como sempre fiz em 45 anos de vida pública. 

Fui privado de conviver diariamente com meus filhos e minha filha, meus netos e netas, minha bisneta, meus amigos e companheiros. Mas não tenho dúvida de que me puseram aqui para me impedir de conviver com minha grande família: o povo brasileiro. Isso é o que mais me angustia, pois sei que, do lado de fora, a cada dia mais e mais famílias voltam a viver nas ruas, abandonadas pelo estado que deveria protegê-las.

De onde me encontro, quero renovar a mensagem de fé no Brasil e em nosso povo. Juntos, soubemos superar momentos difíceis, graves crises econômicas, políticas e sociais. Juntos, no meu governo, vencemos a fome, o desemprego, a recessão, as enormes pressões do capital internacional e de seus representantes no País. Juntos, reduzimos a secular doença da desigualdade social que marcou a formação do Brasil: o genocídio dos indígenas, a escravidão dos negros e a exploração dos trabalhadores da cidade e do campo.

Combatemos sem tréguas as injustiças. De cabeça erguida, chegamos a ser considerados o povo mais otimista do mundo. Aprofundamos nossa democracia e por isso conquistamos protagonismo internacional, com a criação da Unasul, da Celac, dos BRICS e a nossa relação solidária com os países africanos. Nossa voz foi ouvida no G-8 e nos mais importantes fóruns mundiais.

Tenho certeza que podemos reconstruir este País e voltar a sonhar com uma grande nação. Isso é o que me anima a seguir lutando.

Não posso me conformar com o sofrimento dos mais pobres e o castigo que está se abatendo sobre a nossa classe trabalhadora, assim como não me conformo com minha situação. 

Os que me acusaram na Lava Jato sabem que mentiram, pois nunca fui dono, nunca tive a posse, nunca passei uma noite no tal apartamento do Guarujá. Os que me condenaram, Sérgio Moro e os desembargadores do TRF-4, sabem que armaram uma farsa judicial para me prender, pois demonstrei minha inocência no processo e eles não conseguiram apresentar a prova do crime de que me acusam. 

Até hoje me pergunto: onde está a prova?

Não fui tratado pelos procuradores da Lava Jato, por Moro e pelo TRF-4 como um cidadão igual aos demais. Fui tratado sempre como inimigo. 

Não cultivo ódio ou rancor, mas duvido que meus algozes possam dormir com a consciência tranquila.

Contra todas as injustiças, tenho o direito constitucional de recorrer em liberdade, mas esse direito me tem sido negado, até agora, pelo único motivo de que me chamo Luiz Inácio Lula da Silva.

Por isso me considero um preso político em meu país. 

Quando ficou claro que iriam me prender à força, sem crime nem provas, decidi ficar no Brasil e enfrentar meus algozes. Sei do meu lugar na história e sei qual é o lugar reservado aos que hoje me perseguem. Tenho certeza de que a Justiça fará prevalecer a verdade.

Nas caravanas que fiz recentemente pelo Brasil, vi a esperança nos olhos das pessoas. E também vi a angústia de quem está sofrendo com a volta da fome e do desemprego, a desnutrição, o abandono escolar, os direitos roubados aos trabalhadores, a destruição das políticas de inclusão social constitucionalmente garantidas e agora negadas na prática.

É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República.  

Assumo esta missão porque tenho uma grande responsabilidade com o Brasil e porque os brasileiros têm o direito de votar livremente num projeto de país mais solidário, mais justo e soberano, perseverando no projeto de integração latino-americana.

Sou candidato porque acredito, sinceramente, que a Justiça Eleitoral manterá a coerência com seus precedentes de jurisprudência, desde 2002, não se curvando à chantagem da exceção só para ferir meu direito e o direito dos eleitores de votar em quem melhor os representa.

Tive muitas candidaturas em minha trajetória, mas esta é diferente: é o compromisso da minha vida. Quem teve o privilégio de ver o Brasil avançar em benefício dos mais pobres, depois de séculos de exclusão e abandono, não pode se omitir na hora mais difícil para a nossa gente. 

Sei que minha candidatura representa a esperança, e vamos levá-la até as últimas consequências, porque temos ao nosso lado a força do povo. 

Temos o direito de sonhar novamente, depois do pesadelo que nos foi imposto pelo golpe de 2016. 

Mentiram para derrubar a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita.  Mentiram que o país iria melhorar se o PT saísse do governo; que haveria mais empregos e mais desenvolvimento. Mentiram para impor o programa derrotado nas urnas em 2014. Mentiram para destruir o projeto de erradicação da miséria que colocamos em curso a partir do meu governo. Mentiram para entregar as riquezas nacionais e favorecer os detentores do poder econômico e financeiro, numa escandalosa traição à vontade do povo, manifestada em 2002, 2006, 2010 e 2014, de modo claro e inequívoco. 

Está chegando a hora da verdade.

Quero ser presidente do Brasil novamente porque já provei que é possível construir um Brasil melhor para o nosso povo. Provamos que o País pode crescer, em benefício de todos, quando o governo coloca os trabalhadores e os mais pobres no centro das atenções, e não se torna escravo dos interesses dos ricos e poderosos. E provamos que somente a inclusão de milhões de pobres pode fazer a economia crescer e se recuperar. 

Governamos para o povo e não para o mercado. É o contrário do que faz o governo dos nossosadversários, a serviço dos financistas e das multinacionais, que suprimiu direitos históricos dos trabalhadores, reduziu o salário real, cortou os investimentos em saúde e educação e está destruindo programas como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Pronaf, Luz Pra Todos, Prouni e Fies, entre tantas ações voltadas para a justiça social.

Sonho ser presidente do Brasil para acabar com o sofrimento de quem não tem mais dinheiro para comprar o botijão de gás, que voltou a usar a lenha para cozinhar ou, pior ainda, usam álcool e se tornam vítimas de graves acidentes e queimaduras. Este é um dos mais cruéis retrocessos provocados pela política de destruição da Petrobrás e da soberania nacional, conduzida pelos entreguistas do PSDB que apoiaram o golpe de 2016.  

A Petrobrás não foi criada para gerar ganhos para os especuladores de Wall Street, em Nova Iorque, mas para garantir a autossuficiência de petróleo no Brasil, a preços compatíveis com a economia popular. A Petrobrás tem de voltar a ser brasileira. Podem estar certos que nós vamos acabar com essa história de vender seus ativos. Ela não será mais refém das multinacionais do petróleo. Voltará a exercer papel estratégico no desenvolvimento do País, inclusive no direcionamento dos recursos do pré-sal para a educação, nosso passaporte para o futuro.

Podem estar certos também de que impediremos a privatização da Eletrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa, o esvaziamento do BNDES e de todos os instrumentos de que o País dispõe para promover o desenvolvimento e o bem-estar social. 

Sonho ser o presidente de um País em que o julgador preste mais atenção à Constituição e menos às manchetes dos jornais. 

Em que o estado de direito seja a regra, sem medidas de exceção. 

Sonho com um país em que a democracia prevaleça sobre o arbítrio, o monopólio da mídia, o preconceito e a discriminação.

Sonho ser o presidente de um País em que todos tenham direitos e ninguém tenha privilégios. 

Um País em que todos possam fazer novamente três refeições por dia; em que as crianças possam frequentar a escola, em que todos tenham direito ao trabalho com salário digno e proteção da lei. Um país em que todo trabalhador rural volte a ter acesso à terra para produzir, com financiamento e assistência técnica. 

Um país em que as pessoas voltem a ter confiança no presente e esperança no futuro. E que por isso mesmo volte a ser respeitado internacionalmente, volte a promover a integração latino-americana e a cooperação com a África, e que exerça uma posição soberana nos diálogos internacionais sobre o comércio e o meio ambiente, pela paz e a amizade entre os povos.

Nós sabemos qual é o caminho para concretizar esses sonhos. Hoje ele passa pela realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças políticas, sem regras de exceção para impedir apenas determinado candidato. 

Só assim teremos um governo com legitimidade para enfrentar os grandes desafios, que poderá dialogar com todos os setores da nação respaldado pelo voto popular. É a esta missão que me proponho ao aceitar a candidatura presidencial pelo Partido dos Trabalhadores.

Já mostramos que é possível fazer um governo de pacificação nacional, em que o Brasil caminhe ao encontro dos brasileiros, especialmente dos mais pobres e dos trabalhadores.

Fiz um governo em que os pobres foram incluídos no orçamento da União, com mais distribuição de renda e menos fome; com mais saúde e menos mortalidade infantil; com mais respeito e afirmação dos direitos das mulheres, dos negros e à diversidade, e com menos violência; com mais educação em todos os níveis e menos crianças fora da escola; com mais acesso às universidades e ao ensino técnico e menos jovens excluídos do futuro; com mais habitação popular e menos conflitos de ocupações nas cidades; com mais assentamentos e distribuição de terras e menos conflitos de ocupações no campo; com mais respeito às populações indígenas e quilombolas, com mais ganhos salariais e garantia dos direitos dos trabalhadores, com mais diálogo com os sindicatos, movimentos sociais e organizações empresarias e menos conflitos sociais. 

Foi um tempo de paz e prosperidade, como nunca antes tivemos na história.

Acredito, do fundo do coração, que o Brasil pode voltar a ser feliz. E pode avançar muito mais do que conquistamos juntos, quando o governo era do povo.

Para alcançar este objetivo, temos de unir as forçasdemocráticas de todo o Brasil, respeitando a autonomia dos partidos e dos movimentos, mas sempre tendo como referência um projeto de País mais solidário e mais justo, que resgate a dignidade e a esperança da nossa gente sofrida. Tenho certeza de que estaremos juntos ao final da caminhada.

Daqui onde estou, com a solidariedade e as energias que vêm de todos os cantos do Brasil e do mundo,posso assegurar que continuarei trabalhando para transformar nossos sonhos em realidade. E assim vou me preparando, com fé em Deus e muita confiança,para o dia do reencontro com o querido povo brasileiro.

E esse reencontro só não ocorrerá se a vida me faltar.

Até breve, minha gente

Viva o Brasil! Viva a Democracia! Viva o Povo Brasileiro!

Luiz Inácio Lula da Silva

Curitiba, 8 de junho de 2018″


El libro “Fidel Castro, héros des déshérités” víctima de las sanciones económicas contra Cuba. Salim Lamrani

septiembre 17, 2016

La asociación de Quebec de los amigos de Cuba no ha podido usar el servicio de pago en línea Paypal para comprar un libro sobre Fidel Castro.

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El libro “Fidel Castro, héros des déshérités”, salió en agosto de 2016 de la editorial Estrella, en Francia, con ocasión del nonagésimo aniversario del líder de la Revolución Cubana. Con prólogo de Ignacio Ramonet esboza un retrato de la personalidad latinoamericana más importante del siglo XX e insiste en las tres facetas que caracterizan al hijo espiritual de José Martí, héroe nacional cubano. Así, en primer lugar, Fidel Castro es el arquitecto de la soberanía nacional que ha realizado el sueño de todos los cubanos de una patria independiente y que ha devuelto su dignidad al pueblo de la Isla. Después es el reformador social que se ha ubicado al lado de los humildes y los humillados creando una de las sociedades menos injustas del Tercer Mundo. Finalmente es el internacionalista que ha tendido una mano generosa a los pueblos necesitados y que ha ubicado la solidaridad y la integración en el centro de la política exterior de Cuba.

La asociación de Quebec de los amigos de Cuba (AQAC) quiso comprar una docena de ejemplares del libro para difundirlo en Canadá. Para ello recurrió a Paypal, un servicio de pago en línea cuya sede social se encuentra en California. Con sorpresa, la ONG canadiense no pudo usar la plataforma para realizar la adquisición. En un correo del 10 de septiembre de 2016 Paypal comunicó el rechazo de la operación: “Esta transacción ha sido rechazada pues hemos detectado un riesgo asociado al pago”.

Según las informaciones proporcionadas por la empresa estadounidense, dos elementos ocasionaron la cancelación de la transacción: la naturaleza del producto, o sea los 10 ejemplares del libro “Fidel Castro, héros des déshérités”, del cual Paypal exigió “una explicación detallada y completa”, así como la palabra “Cuba”. En una palabra, la AQAC fue víctima de la aplicación extraterritorial de las sanciones económicas estadounidenses contra Cuba.

Denis Rémillard, miembro de la AQAC, declaró su asombro: “Es increíble. Les proporcioné una explicación detallada pero a pesar de eso Paypal canceló la transacción. Las sanciones económicas contra Cuba afectan a todo el mundo”.

Este enésimo caso ilustra el carácter absurdo e ilegal de las sanciones económicas contra Cuba. Así, una empresa estadounidense aplicó de modo extraterritorial las sanciones económicas impuestas por Washington a La Habana desde hace más de medio siglo a una asociación canadiense que deseaba comprar un libro sobre Fidel Castro publicado en Francia.

A pesar del acercamiento histórico que operó Barack Obama en diciembre de 2014, a pesar de su visita oficial a Cuba en marzo de 2016, a pesar de las múltiples declaraciones a favor del levantamiento de las sanciones económicas que constituyen el principal obstáculo al desarrollo de la isla, éstas se aplican todavía de modo implacable sobre la población cubana y particularmente sobre sus categorías más vulnerables. Afectan también al comercio internacional de Cuba con el resto del mundo por su carácter extraterritorial. Así, entre abril de 2015 y marzo de 206, la imposición de este estado de sitio económico costó 4.650.000 millones de dólares a Cuba. En total, desde 1962, las sanciones han costado la bagatela de 125.800.000 millones de dólares a los cubanos. Incluso su alcance se extiende a otras naciones para impedir que los ciudadanos canadienses tengan acceso… a un libro sobre Fidel Castro.


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